De Eduardo Patto Kanegae
Adaptação de Maíra Pereira Kanegae
Quando acordei, neste mundo selvagem, estava tudo escuro, eu escutava muitos barulhos metálicos. Era assustador. De repente um rangido seco cortou o ar e um enorme facho de luz invadiu a minha retina e pude observar onde estava. A imagem, que me lembro bem, era aterrorizadora, milhares e milhares de meus irmãos estavam em volta de mim, todos sem saber onde se encontravam e o que o destino lhes reservava.
Aqueles raios de luz fizeram me lembrar da minha época de infância, naquelas vastas terras. Meu pai dizia que aquilo eram campos de concentração, que mais cedo ou mais tarde iriam se livrar da gente da forma mais mórbida e cruel possível. Mas eu não entendia, nós vivíamos tão bem naquele lugar, nos davam alimentos, moradia, não precisávamos trabalhar, por que iríamos morrer?
Acho que o que o meu pai falava fez muito sentido. Apesar de eu não ter morrido ainda, fui brutalmente separado de meu pai e minha mãe pai há muito tempo. Lembro como se tivesse acontecido ontem: máquinas destruindo nossas casas, armas sendo arremessadas contra nós, sem dó nem piedade e o medo, o pânico. Depois dessa perseguição viajei muito, fui levado a vários lugares, ainda sem saber o que iriam fazer comigo.
Era como se tivessem nos tirado dos campos de concentração e nos colocados em câmaras de gases. O lugar em que acordei aparentemente parecido com um contêiner fora aberto e agora com um péssimo pressentimento estava pronto para enfrentar o desse e viesse. E como que com uma força colossal centenas de irmãos foram retirados daquele lugar com uma garra que apanhava quem estivesse na frente. Os gritos foram cessando cada vez que iam os afastando e com um movimento rápido o contêiner foi fechado. Agora, com uma enorme dúvida não conseguiria dormir, tinha que descobrir para onde seriam levados nossos irmãos, todos ao meu redor nunca tinham passado por isso, mas de acordo com os boatos que rodeavam aquele local desde o ocorrido, um velho ancião, que se recostava na camada mais funda daquela masmorra metálica que estava lá há muito tempo tinha explicações. Como que um impulso fui perguntá-lo sobre o ocorrido. As dificuldades foram grandes, pois percorrer uma vasta extensão sem enxergar qualquer coisa é complicado, mas nada me impediu de continuar. Quando me informaram que eu era o único que tinha ido procurá-lo fiquei muito surpreso, mas acho que eu era o único que ainda não estava em estado de choque. Localizei-o finalmente e fui ao seu encontro.
O velho, já muito acabado, começou a explicar:
-Jovem isso que acabou de acontecer é muito comum. Daqui a pouco você ficará acostumado. Não apenas irão retirar nossos companheiros, mas vão também chegar outros – disse o homem calmamente – e, por favor, fique longe das bordas superficiais deste lugar, lá é aonde ocorrem maiores índices de capturas.
Eu estava muito curioso e comecei e levantar idéias:
-Mas, nós temos que descobrir onde estão nos levando...
-Não, temos que ficar aqui!
Estava alterado, com sede de vingança com todos que fizeram aquilo com a gente:
-Para o resto da vida? Ficar mofando aqui? Nunca! Eu vou descobrir para onde levaram nossos irmãos e os trarei de volta se for possível! Lembre-se de mim, porque um dia eu conseguirei sair deste inferno e reconquistar nossa liberdade!
O velho deu longos suspiros e se virou para o outro lado para não ter que ouvir minhas asneiras.
Exaltado, eu fui dormir. Todos estavam quietos, provavelmente escutando nossa conversa.
No outro dia, enormes estalidos estavam sendo ouvidos por nós. Assustado eu procurei não ficar nas bordas como o velho ancião tinha me recomendado. Estava pronto para analisar tudo aos mínimos detalhes, para poder preparar minha fuga da próxima vez em que a prisão fosse aberta novamente. Somente observei o que ocorreu, pois como previsto pelo velho, outros iguais a mim foram despejados sobre nossas cabeças. Quando a situação se aquietou, a luz desapareceu e os barulhos estranhos acabaram fomos de encontro aos recém chegados. Eu socorri um casal de gêmeos, que por muita sorte não foram separados. Ao ouvir a histórias daquelas criaturas percebi que o que havia o corrido com eles era o que havia ocorrido comigo e foi então que eu percebi que os da nossa raça estão sendo mantidos aprisionados por outro povo. Tinha que fazer algo. Mas um fato me deixou intrigado, pois ao invés deles terem enfrentado os instrumentos cruéis, que me separaram de minha família, há tempos, ele me disseram que isso tinha ocorrido fazia pouco tempo, segundos antes de terem sido atirados para esta prisão, além de terem me explicado como era o lugar de onde vieram:
-Onde morávamos era perfeito, vivíamos felizes e pensávamos que iríamos continuar daquele jeito para o resto da vida. A nossa vizinhança era pequena, nossas casas eram rústicas e a vista do local era incrível, um ar puro que só lá mesmo.
Isso martelou minha cabeça durante muito tempo, “por que o lugar de onde eles vieram é tão diferente de onde eu vim?”, “por que eles foram separados de sua família há pouco tempo?”.
Era incrível como nossas vidas eram diferentes.
Com o auxílio de uma fresta que havia sido aberta pelos caras mais fortes da nossa prisão pudemos ter noção das horas e estudar quais dias que mais ocorriam recolhimentos. Os dias passaram novos irmãos chegaram, os descuidados foram levados sabe-se para aonde, amigos foram levados, crianças capturadas, velhos definhavam, assim como minha esperança.
Os gêmeos não saiam do meu lado, ficamos muito apegados e em pouco tempo eu já era considerado da família, como um irmão para ser mais específico. Acompanhei aqueles adolescentes por muito tempo, sempre lhes defendendo de qualquer perigo à vista, mas nunca dando os próprios passos por eles, pois um dia teriam que seguir sem mim e isso não estava longe de acontecer. Aqueles dois eram quem conseguiam me manter de pé, nas horas mais difíceis, em que as lembranças do passado vinham de encontro à minha pessoa ou quando alguém que eu tenha conhecido naquele amontoado de seres tivesse sido levado para o além. Eram eles que me faziam lutar para viver.
Certo dia um ocorrido me fez acordar. Meu irmão e minha irmã estavam tentando explorar o local e como a atenção deles ficou pregada no vasto espaço de corpos espalhados sua fuga não foi possível. Vi de longe quando os apanharam, corri, corri, corri, mas não alcancei. Arfando reparei que a prisão ainda continuava aberta e então, não como de costume, novamente uma onda de gritos e corpos foram puxados. Era a minha chance. Sem pensar no cansaço saltei para fora e corri para onde todos estavam sendo levados.
Foram despejados num local estanho. Nunca havia visto nada igual na minha vida. Apesar de ter a mesma textura lisa e fria de onde ficávamos, as paredes e o chão eram mais espessos e transparentes. Aquilo do que era feito nosso contêiner reluzia e refletia as mais variadas cores, quando os raios solares penetravam naquele material. Era um espetáculo de cores maravilhosas, mas ao mesmo tempo era aterrorizante.
Ouvimos passos pesados, o barulho das sandálias grudando nos pés suados de quem quer que fosse era paralisante, esperávamos o pior, quando ouvimos um grito longínquo. Depois disso não houve mais nada, a atmosfera se acalmou e os passos cessaram.
Depois de ter recobrado os sentidos parti em busca dos meus irmãos. Andava às pressas, empurrando quem estivesse na minha frente. Todos estavam quietos, parados, rezando ou praguejando, enquanto eu estava em busca de uma das únicas coisas que ainda me restava.
Percorri toda área central daquele local, não tive resultados, então fui tocando na vasta extensão de paredes para procurar pelos cantos do lugar. Finalmente avistei os dois. Estavam observando onde se encontravam, batendo nas paredes, esfregando as mãos contra elas. Era de se esperar, tudo era tão bonito. Fui de encontro a eles e antes de trocar qualquer palavra percebi que estavam tentando sair de lá. Eram espertos. Mas era impossível, era muito liso. Então eu gritei para que me ouvissem. Quando me viram vieram correndo para os meus braços e apenas por estarmos juntos nos sentíamos em paz.
Tentamos sair de lá, mas não foi possível. E como no clímax de um filme de suspense, ouvimos passos novamente, o momento era de tensão.
Contrariando o que fazíamos na antiga masmorra, ficamos no meio da prisão de vidro e nos abraçamos forte e de repente tomamos um banho de um líquido grudento e transparente do qual também desconhecíamos. A prisão se fechou com algo do mesmo material de seu interior e começamos a sentir um imenso calor. A temperatura estava subindo. Ouvimos um estalo que vinha do fundo. Outro. Outro. E outro.
Quando percebemos o que estava acontecendo não conseguimos nos mover. Aquilo era pura carnificina. Ao contrário do ambiente metálico que estávamos os que estavam protegidos eram os que estavam na parte mais superficial possível.
Era horrível, num piscar de olhos centenas de iguais se inchavam e suas vísceras eram viradas para fora. Eu percebi que não tinha mais nada a fazer pelos amigos desaparecidos. Conforme meus todos eram explodidos e virados de dentro para fora o calor foi cessando e minhas esperanças aumentando. Estávamos salvos.
A tampa foi retirada e eu, meus irmãos e todos aqueles corpos sem vida fomos despejados num outro lugar.
Esperamos. Enquanto ficávamos parados no fundo dois monstros foram retirando os corpos e os mastigando, um por um. Quando todos foram retirados um dos monstros disse:
-Ô pai, só sobrou esses três piruá!
E assim se encerra a incrível aventura de Piruá O Sobrevivente...
A pipoca que sobreviveu ao holocausto de sua espécie.
Art Maíra
Meus desenhos, criações e outras coisas - por Maíra
Sunday, March 27, 2011
Monday, March 7, 2011
Saturday, September 4, 2010
O renascimento
O renascimento foi um grande passo para o homem, pois na cultura medieval o teocentrismo dominava tudo. Inclusive, dominava o homem intelectual, livros, artes, festas, escolas, enfim, tudo relacionado à igreja.
Muitos servos, senhores feudais e até cavaleiros procuraram outros modos de vida melhores. Assim, as trocas de informações, idéias e mercadorias possibilitaram que os habitantes de diversos feudos pudessem ter contato com a realidade.
Os novos acontecimentos fizeram com que a mentalidade do povo mudasse inevitavelmente. Desse modo a era medieval foi considerada uma cultura inferior. Muitos acreditavam que a verdadeira cultura vinha da Antiguidade grega e romana que abrigava idéias e crenças que fariam com que a idade das “trevas” fosse esquecida. Com o “renascer” da antiga cultura clássica tudo mudou e isso ficou conhecido como renascimento.
Esse movimento renascentista se deu início na Itália graças a muitos fatores, como por exemplo, o antigo Império Romano ter prosperado na Itália e ela ter se tornado uma cidade que ainda apresentavam traços da cultura romana e também por apresentar cidades enriquecidas com o comércio que pagavam artistas para confeccionaram obras de arte de altíssimo valor.
Dentro do renascimento houve outro movimento chamado Humanismo. Esse movimento foi responsável por as pessoas começarem a centralizar o homem e achar que com muito esforço o ventado ele consegue realizar suas vontades independentemente da vontade de Deus.
O antropocentrismo voltou a ocupar os pensamentos dos homens, possibilitando os questionamentos de Deus, o que era totalmente contrário aos pensamentos da igreja que vinha perdendo todo seu poder.
A arte também apresentou mudanças. Ela começou a ter representações com exatidão e perfeição dos corpos presentes tanto em pinturas, afrescos e esculturas. As telas e afrescos apresentavam diversos tons, sombras, dimensões, perspectiva, planos e exatidão. As esculturas tinham dimensões exatas dos corpos e uma incrível riqueza de detalhes que davam mais realidade à obra.
Além de esculturas, pinturas e afrescos, tinham também livros famosos conhecidos até hoje, como os de Shakespeare, que facilitou também o teatro.
Nessa época a identificação pessoal em obras também era utilizada, ao contrário da era medieval onde somente a data era visível e o artista era anônimo.
Assim começou essa nova cultura que apresentava uma nova mentalidade das coisas conhecidas como o Renascimento Cultural.
Muitos servos, senhores feudais e até cavaleiros procuraram outros modos de vida melhores. Assim, as trocas de informações, idéias e mercadorias possibilitaram que os habitantes de diversos feudos pudessem ter contato com a realidade.
Os novos acontecimentos fizeram com que a mentalidade do povo mudasse inevitavelmente. Desse modo a era medieval foi considerada uma cultura inferior. Muitos acreditavam que a verdadeira cultura vinha da Antiguidade grega e romana que abrigava idéias e crenças que fariam com que a idade das “trevas” fosse esquecida. Com o “renascer” da antiga cultura clássica tudo mudou e isso ficou conhecido como renascimento.
Esse movimento renascentista se deu início na Itália graças a muitos fatores, como por exemplo, o antigo Império Romano ter prosperado na Itália e ela ter se tornado uma cidade que ainda apresentavam traços da cultura romana e também por apresentar cidades enriquecidas com o comércio que pagavam artistas para confeccionaram obras de arte de altíssimo valor.
Dentro do renascimento houve outro movimento chamado Humanismo. Esse movimento foi responsável por as pessoas começarem a centralizar o homem e achar que com muito esforço o ventado ele consegue realizar suas vontades independentemente da vontade de Deus.
O antropocentrismo voltou a ocupar os pensamentos dos homens, possibilitando os questionamentos de Deus, o que era totalmente contrário aos pensamentos da igreja que vinha perdendo todo seu poder.
A arte também apresentou mudanças. Ela começou a ter representações com exatidão e perfeição dos corpos presentes tanto em pinturas, afrescos e esculturas. As telas e afrescos apresentavam diversos tons, sombras, dimensões, perspectiva, planos e exatidão. As esculturas tinham dimensões exatas dos corpos e uma incrível riqueza de detalhes que davam mais realidade à obra.
Além de esculturas, pinturas e afrescos, tinham também livros famosos conhecidos até hoje, como os de Shakespeare, que facilitou também o teatro.
Nessa época a identificação pessoal em obras também era utilizada, ao contrário da era medieval onde somente a data era visível e o artista era anônimo.
Assim começou essa nova cultura que apresentava uma nova mentalidade das coisas conhecidas como o Renascimento Cultural.
O dasaparecimento de Jean
O desaparecimento de Jean
Já era de noite, Jean estava em sua oficina forjando a última espada do dia, quando de repente foi atacado silenciosamente por inimigos sarracenos.
Jean ainda não sabia o que se passava, mas sabia que tinha de dar um jeito de fugir o mais rapido possível.
No dia seguinte um de seus clientes foi até a sua oficina para buscar sua nova espada encomendada alguns dias atrás mas percebeu que jean não estava lá. Após ter visitado a oficina o cliente foi até a casa de Jean, mas para seu espanto sua família nem se quer tinha notícias dele.
O aviso foi dado ao rei. Após o anuncio ter sido proclamado de que ajudas seriam bem vindas na busca de Jean os boatos comaçaram.
Todos diziam histórias extraordinárias, diziam que Jean fora raptado por monstros, outros diziam que animais selvagens haviam lhe devorado, mas o que ninguém sabia era se Jean estava vivo ou morto a uma hora dessas.
Depois de longas horas que se passaram durante aquele dia um cavaleiro tomou coragem e jurou trazer Jean vivo ao rei e fidelidade eterna em troca de moedas de ouro como forma de pagamento. Então, com a permissão do rei o cavaleiro foi se preparar para a missão.
Lancelot, colocou sua armadura no corpo, preparou uma sacola de suprimentos, escolheu as melhores armas, selou e ferrou os cavalos e partiu para o castelo anunciando que estava de partida.
Na companhia de outro cavaleiro, Romeu, o bravo e destemido, um padre, que fazia as orações e dar forças ao resto da caravana, um mercador, uma mulher nobre, a filha do rei e um camponês, que carregava os equipamentos e os suprimentos, Lancelot parte para a missão.
Cavalgando no meio da floresta, somente o servo correndo desesperadamente atrás dos cavalos todos param um pouco para abastecer o estoque de água, pois avistam um riacho cristalino.
Após a parada todos montam novamente nos seus cavalos e seguem o percurso procurando achar rastros de cavalos, homens ou até animais selvagens que perseguiram os sarracenos no esperança de poder atacá-los e saciar sua fome inacabável.
Horas de busca e nada, já estava escurecendo então resolveram montar o acampamento e preparar algo para comer, pois Lancelot e Romeu já estavam mal-humorados e quando cavaleiros estão zangados, significava tirar a espada da cintura e desafiar o outro para uma briga, mas para o alívio de todos eles estavam muito cansados para brigar então comeram e foram para suas cabanas descansar.
Acordaram cedo no dia seguinte, bem dispostos. Enfiaram alguns biscoitos na boca e partiram empolgados.
No meio do caminho foram atacados com flechas e adagas de obsidiana super afiadas; eram ladrões de estradas, que eram capazes de fazer de tudo para roubar comida e belas moedas de ouro. A briga foi feia, Lancelot e Romeu partiram para o ataque e o camponês lançava pedras na cabeça dos ladrões, mas os ladrões haviam se ferido e estavam muito desprotegidos para lutarem contra cavaleiros armados, então, fugiram.
Depois da batalha todos tiveram de renovar sua energias, então pararam e descançaram por alguns minutos sentados sob um grande pinheiro e então partiram.
Com atenção Lancelot localizou o acampamento onde Jean estava aprisionado e para atraír os inimigos para fora jogaram o camponês perto das cabanas que saiu em disparada para tentar despistar o inimigos e salvar a própria pele.
Foi um sucesso. Mas Jean estava amarrado e muito machucado com as torturas feitas pelos sarracenos e com muita fome, pois o que lhe davam era somente água.
Ele foi levado de volta para o reino e lá recebeu os cuidados nescessários. De noite todos foram recebidos com um grande banquete, até mesmo o camponês, mas tinha de comer no chão.
Lancelot cumpriu sua palavra, de que traria Jean sã e salvo e recebeu seu pagamento e todos no reino ficam muito felizes com a volta de Jean e seu resgate.
O senhor feudal e a família de Jean ficam gratos da ajuda de todos e Jean volta a seu antigo posto, o melhor forjador de armas do feudo.
Já era de noite, Jean estava em sua oficina forjando a última espada do dia, quando de repente foi atacado silenciosamente por inimigos sarracenos.
Jean ainda não sabia o que se passava, mas sabia que tinha de dar um jeito de fugir o mais rapido possível.
No dia seguinte um de seus clientes foi até a sua oficina para buscar sua nova espada encomendada alguns dias atrás mas percebeu que jean não estava lá. Após ter visitado a oficina o cliente foi até a casa de Jean, mas para seu espanto sua família nem se quer tinha notícias dele.
O aviso foi dado ao rei. Após o anuncio ter sido proclamado de que ajudas seriam bem vindas na busca de Jean os boatos comaçaram.
Todos diziam histórias extraordinárias, diziam que Jean fora raptado por monstros, outros diziam que animais selvagens haviam lhe devorado, mas o que ninguém sabia era se Jean estava vivo ou morto a uma hora dessas.
Depois de longas horas que se passaram durante aquele dia um cavaleiro tomou coragem e jurou trazer Jean vivo ao rei e fidelidade eterna em troca de moedas de ouro como forma de pagamento. Então, com a permissão do rei o cavaleiro foi se preparar para a missão.
Lancelot, colocou sua armadura no corpo, preparou uma sacola de suprimentos, escolheu as melhores armas, selou e ferrou os cavalos e partiu para o castelo anunciando que estava de partida.
Na companhia de outro cavaleiro, Romeu, o bravo e destemido, um padre, que fazia as orações e dar forças ao resto da caravana, um mercador, uma mulher nobre, a filha do rei e um camponês, que carregava os equipamentos e os suprimentos, Lancelot parte para a missão.
Cavalgando no meio da floresta, somente o servo correndo desesperadamente atrás dos cavalos todos param um pouco para abastecer o estoque de água, pois avistam um riacho cristalino.
Após a parada todos montam novamente nos seus cavalos e seguem o percurso procurando achar rastros de cavalos, homens ou até animais selvagens que perseguiram os sarracenos no esperança de poder atacá-los e saciar sua fome inacabável.
Horas de busca e nada, já estava escurecendo então resolveram montar o acampamento e preparar algo para comer, pois Lancelot e Romeu já estavam mal-humorados e quando cavaleiros estão zangados, significava tirar a espada da cintura e desafiar o outro para uma briga, mas para o alívio de todos eles estavam muito cansados para brigar então comeram e foram para suas cabanas descansar.
Acordaram cedo no dia seguinte, bem dispostos. Enfiaram alguns biscoitos na boca e partiram empolgados.
No meio do caminho foram atacados com flechas e adagas de obsidiana super afiadas; eram ladrões de estradas, que eram capazes de fazer de tudo para roubar comida e belas moedas de ouro. A briga foi feia, Lancelot e Romeu partiram para o ataque e o camponês lançava pedras na cabeça dos ladrões, mas os ladrões haviam se ferido e estavam muito desprotegidos para lutarem contra cavaleiros armados, então, fugiram.
Depois da batalha todos tiveram de renovar sua energias, então pararam e descançaram por alguns minutos sentados sob um grande pinheiro e então partiram.
Com atenção Lancelot localizou o acampamento onde Jean estava aprisionado e para atraír os inimigos para fora jogaram o camponês perto das cabanas que saiu em disparada para tentar despistar o inimigos e salvar a própria pele.
Foi um sucesso. Mas Jean estava amarrado e muito machucado com as torturas feitas pelos sarracenos e com muita fome, pois o que lhe davam era somente água.
Ele foi levado de volta para o reino e lá recebeu os cuidados nescessários. De noite todos foram recebidos com um grande banquete, até mesmo o camponês, mas tinha de comer no chão.
Lancelot cumpriu sua palavra, de que traria Jean sã e salvo e recebeu seu pagamento e todos no reino ficam muito felizes com a volta de Jean e seu resgate.
O senhor feudal e a família de Jean ficam gratos da ajuda de todos e Jean volta a seu antigo posto, o melhor forjador de armas do feudo.
O medo dos romanos
O Império estava em sua pior fase: governadores que não conseguiam controlar a população, o povo estava revoltado, a ruralização estava preste de tomar as cidades, as moedas estavam saindo de circulação e o caos se aponderando de Roma.
A população que habitava regiões próximas à fronteira estava sem saída, nas próximas semanas um exército de bárbaros iria invadir o império, queimando todos os edifícios que passasem, roubando tudo o que podiam e não podiam, degolando todos sem piedade e destruíndo grande parte do território Romano.
Antes da invasão os bárbaros tinham que acabar com seus problemas. Como grande parte do exército tinha sido massacrado na última batalha o chefe teve que mandar os jovens serem treinados mais rigorosamente.
E assim, os dicípulos foram treinados e aprenderam a manusear armas mais pesados e de maiores danos e a cavalgar e controlar um cavalo com perfeição.
O grnade dia chegou. Os hunos prepararam seus cavalos, suas armaduras e suas armas e galoparam até os grandes muros que definiam as fronteiras.
Os romanos correram, levando tudo o que podiam, mas não adiantou. Essa com certeza seria a sua última batalha.
E assim, caía uma das maiores e mais poderosas civilizações que o mundo já contemplou: O Império Romano do Ocidente.
A população que habitava regiões próximas à fronteira estava sem saída, nas próximas semanas um exército de bárbaros iria invadir o império, queimando todos os edifícios que passasem, roubando tudo o que podiam e não podiam, degolando todos sem piedade e destruíndo grande parte do território Romano.
Antes da invasão os bárbaros tinham que acabar com seus problemas. Como grande parte do exército tinha sido massacrado na última batalha o chefe teve que mandar os jovens serem treinados mais rigorosamente.
E assim, os dicípulos foram treinados e aprenderam a manusear armas mais pesados e de maiores danos e a cavalgar e controlar um cavalo com perfeição.
O grnade dia chegou. Os hunos prepararam seus cavalos, suas armaduras e suas armas e galoparam até os grandes muros que definiam as fronteiras.
Os romanos correram, levando tudo o que podiam, mas não adiantou. Essa com certeza seria a sua última batalha.
E assim, caía uma das maiores e mais poderosas civilizações que o mundo já contemplou: O Império Romano do Ocidente.
Sunday, August 22, 2010
Saturday, August 21, 2010
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